COLUNISTAS


CRÔNICAS DO POETA ALEXANDRE OLIVEIRA. 


EM CASA DE MARIBONDO NÃO SE MEXE

Lendo Renascer em Notícias, um dos jornais locais de um dos colegas que propaga as notícias do seu bairro e da cidade. Li uma manchete que fala sobre apropriação de dinheiro público e que certo político muito conhecido por nós teria de devolver este aos cofres. Aí como uma notícia puxa outra fiquei bastante interessado em propagar esta. Fazer todos saber que pessoas aqui desta cidade de algum modo foram enganados, onde eu relato nesta um pouco do tudo só porque em casa de maribondo não se mexe.
 A merda foi espalhada no pátio do Teatro Santa Catarina quando o Presidente atual da CONMIC não suportando as ironias do Agente Cultural Tadeu Patrício, que bem antes participou desta entidade sendo uns dos presidentes.  Este sabendo que seria feito a comissão um pedido de inquérito começou junto ao seu comparsa, que também era presidente, senhor Jorge Vilela, a digamos , repassar valores de uma associação para outra.
 Alexandre Oliveira, em breve explicará esta causa em detalhes e a passagem da Comissão Normativa Municipal de Cultura – CONMIC para Fundo de Cultura. E o grande rombo feito desde quando esta começou. A solicitação do Presidente atual a sua comissão fez com que gerisse uma auditagem. Inquérito que resultou na descoberta de uma falcatrua de nada mais, nada menos que R$ 70,000 (Setenta Mil Reais) afanados dos artistas que apresentavam seus projetos sendo sempre prejudicados.
 Onde este dinheiro foi parar? Pergunto a todos enquanto se presume que em terras de Portugal, onde o senhor Jorge Vilela está passeando com uma equipe. Pelo que se sabe a boca pequena faz um intercambio representando a igreja local. Pois bem a igreja não tem recursos, nem o bispo tem dinheiro para patrocinar tal viajem. O senhor Jorge Vilela pelo que se sabe é um funcionário da prefeitura, eletricista se não me engano, mora num beco sem saída, e não faz muito tempo comprou um carro zero a custas não se sabe de quem.
 Resultado do inquérito sobre as administrações anteriores foi feita comprovando tudo que se foi feito desde 2001, até o momento. Veja senhores artistas que incompetência destes que deixaram rastros tão largos, enquanto poderiam agir doutra forma sem ludibriar pessoas idôneas, honestas que dependem da lei Padre Alfredo Barbosa. E me desculpem se detalho que a lei é clara ao dizer que aquele que faz parte da comissão não será onerado, nem fará uso de valores desta instituição.
 Portanto, repito: quem mexe em casa de maribondo pode se machucar e se depender de mim que hoje presido a CONMIC. Tanto que solicitarei a secretaria de finanças municipal desta alguma solução, enquanto passamos para sermos regidos por uma Fundação de Cultura. Pois é companheiros a CONMIC se encontrava em nossas mãos e foi tomada de nós por causa destes que antes estiveram representando mal nós artistas.  
 Quero deixar claro que se continuo com esta equipe muita coisa deverá mudar, se tiver que sair, eu sairei de bom grado porque será presidido, administrado por pessoas que fará algo muito bom pelo artista. Só espero ver esses sendo punidos, ou devolvendo essa importância aos cofres para nós que tanto precisamos mostrar nossos trabalhos às demais pessoas desta cidade. Pois de sujeira basta apenas este pó tão comentado no momento.
Alexandre Oliveira´- 02 / 09 / 2011

ESCRAVO DA LUA
Livro em verso e prosa do escritor e poeta Alexandre Oliveira. Preço: R$ 17,00. Basta enviar um e-mail para poeta.alexandreoliveira@hotmail.com solicitando a remessa que o autor enviará o número da conta para deposito e prontamente o produto para seu endereço.

COMO NOS MANDA O FIGURINO


Nestes dias em que vivemos muito temos que aprender, e ir, realmente como nos manda seguir o figurino, vestir a roupa adequada para não sentirmos tanto frio no caminho que escolhemos . Pois só assim é que escolheremos o caminho driblando o frio, estejamos nós de acordo com aquele, ou aquela que nos guia.
Porque jamais devemos entrar num caminho desconhecido, nem mesmo por um instante nos aventurarmos ir contra alguns princípios de sobrevivência. Mesmo que este clima signifique para nós dia e noite, sol de rachar nossos lábios, frio de congelar da ponta do dedão do pé ao dedo mindinho de nossas mãos. Mesmo que o terreno que seguimos nesta trilha seja de fato muito esgrime, e tenhamos que lutar muito.
Por Alexandre Oliveira – 13 / 05 / 2011



A VIDA É SEMPRE UMA PROCURA SABE-SE LÁ DE QUE

Quase tosos os dias entro num universo como que procurando ouro ou outra pedra preciosa para com esta poder iniciar meu trabalho quase diariamente lapidando pedras preciosas, e ao entrar encontro maravilhas que me fazem iniciar meu trabalho de garimpo, são verdadeiras pedras, de todos os tamanhos, de igual ou não valor, mas de diferentes formatos e cores.
Umas têm a cor verde bastante viva, outras de um azul jamais visto por mim, outras dizem que podem ser opalas, outras turmalinas ou de cor marfim, só sei que muito aprecio uma de cada vez, trato delas com todo cuidado possível, outras nem tanto exigem de mim, mas, todavia algumas querem que lhe tratemos com maior cuidado se assim queremos tê-la por muito mais tempo, estas certamente facilmente não se desfaz, nos procura nas horas mais precisas, e dizem o quanto valem se isto não é demais.
Nós pobres homens mortais que vivemos a mercê de encontrar boas pedras jamais podemos vir desvanecer, temos que com muito custo dizer que somos aqueles desbravadores bandeirantes que viemos atrás do que nos interessa e fazemos por onde merecer ter estas pedras de vários valores no garimpo de cada dia.
Cada uma tem seu valor, sua astucia e sabe muito bem se defender quando por suposto as agruras desta vida aparece. E assim um dia menos outro dia entramos nestes garimpos porque a vida é sempre uma procura sabe-se lá de que.Portanto assim são as pessoas que numa busca ensandecidas aos poucos vamos descobrindo elas, sabendo o valor que cada uma tem se é de alto teor valorosa o ou se não vale sequer um vintém nesta busca dentre valores.
Seu teor por muitas vezes poderá valer muito dentre tantos, mas se bem olharmos, ou caso venhamos ser bom observador, veremos nesta que esta área é bem difícil de distinguirmos certos valores.
Poeta Alexandre Oliveira
Publicada em 20/04/2011

LAMPADINHA

 Não pensem que seja apenas um sonho de um daqueles que tanto idealiza em querer que tudo de bom aconteça aonde convive. Pois em cada caminhada eu faço uma pequena pausa, reflito sobre determinado assunto, e logo relato quase todos os meus aprendizados e me alio a um dos professores que em certo tempo conheci, e vejo que muitos podem dele recordar se estes leram suas histórias contadas sempre em quadrinhos nas revistinhas de Walter Disney. Este de certo modo era um inventor como tantos outros inventores. Mas que inventou algo que iluminava bem suas idéias, e assim deste modo ele prosseguia com seus projetos e não se deixava enganar, ludibriar por tanto que tentavam desvencilhar suas idéias. Tanto que em dado momento este criou algo que deu nome e a esta invenção chamou simplesmente de Lampadinha.
 Lampadinha a meu ver se enquadra muito bem em certos momentos onde hoje vemos este sendo um ícone, um símbolo de não desvanecimento na luta contra alguns que tanto querem atrapalhar a pedagogia de um professor. Professores estes que se empenham em dar prosseguimento em prol de muitos. Pois quem não recorda do professor Pardal? Um cara que criou um ajudante que tanto lhe ajudara em suas causas e dera a todos certo conhecimento, conhecimento estes em várias vertentes, como por exemplo, na literatura, nas encenações e na música.E assim sendo mais claro e não me prolongando tanto, sempre espero que esta luz acenda na mente de alguém que se acha sendo representante deste ou daquela entidade, e que sirva para dar andamento e não atrapalhe na educação e na cultura, enquanto que esta ao vir, vem de um modo fazendo algo que se suponha ser em defesa, quando estes tentam obstruir seus caminhos. Pois se o homem por mais que faça tem que ter sua Lampadinha acesa.
  O professor Pardal do tanto em que se encontrava desanimado, sem saber onde buscar solução, encontrou em Lampadinha respostas em quase tudo que este abdicava , tendo a partir deste uma boa interpretação por este ser seu amigo prosseguira fazendo com que os inimigos se dissipassem.É o que vejo na pessoa destes que tentam barrar o caminho do saber por não serem compreensivo com pessoas que decerto modo tenta esclarecer que estes não caiam no esquecimento. Pois um homem quando esclarecido poderá vir em busca de algo que por ele fora idealizado sem cair no desleixo próprio, e sem perder o estimulo daqueles que lhe rodeia.
Todavia, nenhum homem é tão leigo referente a algum assunto quando este se intera, e às vezes defende por serem seus objetivos próprios. É o que tento explanar neste momento a um grande professor que tenho respeito e estima por ele.
Poeta Alexandre Oliveira
Publicada em 20/04/2011

MINHA PRIMEIRA VEZ

Acredito que tudo deve ter um porque, e tudo deste jeito aconteceu comigo na primeira vez quando vi a minha frente uma revista cheia de mulher pelada, mas não era destas revistas tipo playboy, outra do gênero nesta época com artistas famosas , destas que vemos nas novelas da Globo, da Bruninha Surfistinha , nossa adorável Adrana Estevam, eram umas tipo preto e branco e quando muito eram coloridas. Meu Deus do céu, não é porque tenho vergonha de falar não, mas de certo modo assim contando eu de certo tenho porque foi o inicio de tudo que nesta vida imaginei, sonhei, e porque não, eu realizei.
 Primeiro de tudo me acostumei a pegar essas revistinhas e escondido dos meus, eu ia pro banheiro da minha casa e lá era uma, duas, três se possível fosse até mais , se de fato eu agüentasse dar conta de tanta punheta que eu tocava. Tanto que um amigo percebendo aquele moído todo chegou pra mim certa vez, e disse: Meu camarada como você tá amarelo, acho que sei qual é seu problema já sei , porque toda vez que deixo minhas revistas americanas de mulher nua num canto quando venho achar já faz um tempo , e pasme esta toda molhada, teve até certa vez que eu encontrei a Marilin Monroe toda chamuscado de algo que nem sei do que.
 Porém, posso desconfiar de quem decerto rouba as minhas revistinhas. E não farei absolutamente nada porque vejo sua necessidade. Tanto que lhe convido para ir comigo na Festa da Guia, é uma festa animada, tem de tudo que se possa imaginar, você meu caríssimo amigo vai gostar de ir comigo. Danou-se entendi que ele certamente descobriu que eu naquela ainda não conhecendo mulher me convidara para ir com ele a festa. Mas de repente não entendia de certa forma sua armação.
 E realmente este armou bonito comigo, me levou direto a uma destas mulheres que a grosso modo chamamos de Quenga e pediu-lhe para dar - me um trato, eu meio abestalhado, vi aquela mulher   sobre a relva deitada de pernas abertas, quis fazer igual a ela, abri as ternas também em vez de fechar e entrar e parti pra cima da mesma de pernas abertas quando ela deu logo um grito e exclamou : tu é besta tá querendo me imitar , mulher não se come assim, e no mais não estou aqui para ensinar, feche as pernas e mete o pinto neste buraco que no vai e vem tu vai gozar, e depois daquilo tudo que ela falou enfiei o treco dentro do buraco dela e por não ter dinheiro para agar o serviço  saí nu de cima para baixo para deixar de ser abestalhado.e desta forma assim que puder outra semelhante história  ainda poderei vir contar.

Poeta Alexandre Oliveira
Publicada em 20/04/2011

NO FRIGIR DOS OVOS

BOA TARDE AMIGOS.
Gente, com esta eu peço desculpas por alguma falha que cometi. Fiquem tranqüilos que não desistirei. Apenas irei ter mais cuidado para não cometer os mesmos erros, Mas como diz este...

Encontra-se na net o seguinte texto relativo à resposta de um internauta para uma pergunta de outro, que indagava:      

      Pergunta: Alguém sabe me explicar, num português claro e direto, sem figuras de linguagem, o que quer dizer a expressão no frigir dos ovos?
    Resposta: Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel, mamão com açúcar. Só que depois de certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce, mas não é mole, nem sempre você tem idéias e pra  descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa. E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo as favas.
     Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo.   Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher lingüiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.
      Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote. Mas como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão.
      Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos, eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese... etc.).
     Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou.
      O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente.
    Por outro lado se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco.
    A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois quando se junta a fome com a vontade de comer as coisas mudam da água pro vinho.
    Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha que no frigir dos ovos a conversa chega à cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda. 
 E sendo assim posso dizer que tudo que se encontra escrito nesta é pura verdade. Mesmo assim não desistirei porquê neste universo já comecei a navegar com a minha canoa. Minha intenção é ir até aonde ela possa me levar de mar adentro.

Alexandre R.S.de Oliveira
Escritor e Poeta
Publicada em 12/04/2011

SOLTANDO O VERBO?...

                 E assim aconteceu, e pelo que me parece por ser o seu dono o inimigo numero um do administrador desta cidade, alguns maus elementos foram contratados e por muito que tentaram e sendo este um besta de primeira que largou tudo e foi em direção ao mar pagar os seus pecados, colocou a ver navios o único canal de comunicação com o mundo desta pequena comunidade e foi de repente detonado pelos hackers de plantão, que deixaram um bom recado a meu ver para este jornalista.
 _ Soltando o Verbo?... Que verbo você vai soltar depois dele rackeado? ... Ainda deixou uma sonora risada para quem quiser escutar. Apenas, eu vi que ferreiro que com ferro fere, com ferro será ferido. Quem quer prejudicar se passando por amigo, um inimigo em cada esquina poderá vir encontrar.
Este não tem nenhum censo do ridículo ao deixar este veiculo, e ir pegar onda, passando por tudo igual um prisioneiro que vive ilhado onde muitos se dizem ser bom samaritano, mas que na realidade tem muito que explicar.
Sinto, que por muito que este quisesse ir contra os princípios desta cidade, abandonou este que era o único meio de comunicação da cidade fazendo ligação com dezenas de pessoas que sentindo saudades de seus familiares, por muito descrevera algum recado.
Recordo muito bem de uma senhora que morando no Sudeste deste imenso país, mostrava-se um tanto quanto indignada, e numa carta desabafava por terem assassinado por motivos aparentemente banais um de seus parentes e nisto o tal site jornalístico noticiara tudo.
Também vejo que criança que brinca com fogo pode muito bem se queimar, este jornalista, digamos assim, porque o mesmo é um verdadeiro truão, que muito se dizia ser apto a dirigir qualquer sociedade, querendo até queimar membros da mesma por causa de devaneios de uma mulher caso deste que deixara muito a desejar perante a tal sociedade.
Hoje, para não prolongar-me quero dizer que este senhor, considerado um foca, principiante no meio jornalístico, que na verdade creio que de forma alguma não tinha essa profissão, era um sonho do mesmo que hoje podemos ver ser incapaz de exercer tal função, porque sabemos que este não tem sequer nenhuma formação, já que todo cachorro é tido hoje em dia como sendo um comunicador, só por tirar algumas fotografias, rabiscar seu bloco de anotações, ser tido como jornalista tirando o merecimento de tantos outros que merecem serem reconhecidos.
 Será que estou falando demais?... Pelo visto parece que não, porque se assim comento a verdade sobre o que vejo, é porque tenho conhecimento de causa e do que se passa mediante tantos olhos.
 Alexandre Oliveira – 06 / 04 / 2011

CIDADE SEM LEI

 Hoje pela manhã me acostei numa cadeira de balanço no alpendre da minha casa, e comecei a ler um livro de um autor pouco conhecido aqui na Paraíba, e quase em todo Brasil, porém tem alguns livros na área de ciências contábeis, o cara é verdadeiramente um professor nesta área e tem paixão pelo que escreve.
E eu como sendo um destes leitores assíduo muito curioso, resolvi ler um dos destes livros. E tanto que li que digo este não ser só uma indicação de uma boa leitura, como também para mim é uma viagem num tempo que creio que não voltara mais e para sempre ficara resguardado em minhas lembranças, e deixando na minha memória uma grande saudade. Mergulhei, fui fundo de acordo com suas palavras, e quanto mais ele citava um dado ou outro eu me aprofundava mais e mais.
Este falava de quase toda minha infância, das pessoas que junto a elas convivi, daquelas que decerto tinha um nome para zelar, e eram de fato pessoas que muito reascendia sua imagem, muito daqueles que dentre eles, certamente eu me borrava de medo quando meu pai por suposto dizia:
_ lá vem Japão da loira!...
Seu Joaquim como era pelas crianças conhecido, era um ex-combatente da 2º Guerra Mundial, que sofreu represália nos anos da revolução de 30. Já sendo um senhor de certa idade bem avançada, com uma penca de filhos, até que um dia eu conheci dois de seus filhos, estes foram meus parceiros de colégio no famoso colégio Lins de Vasconcelos. Mas referindo-me a seu Joaquim, este tinha fama de ser papa-figo. 
Também fui mais além do que imaginara ao ler sobre Varjão, um rapaz que vivia perambulando pelas ruas da cidade, dormindo ao ar livre sem ninguém lhe incomodar, isto bem antes quando esta de fato seus habitantes eram respeitados, e tudo aqui era em ordem, na cidade. Nesta época se tinha justiça e os seus cidadãos respeitavam um a outro. Quase todos considerados irmãos. Hoje dizem aqueles que nos representam que minha cidade é uma cidade onde não existe lei, que todos aqui se forem a fundo perceberam que tudo se desrespeita. 
Que a minha cidade é porque não em suas palavras uma cidade sem lei. Mas, deixemos isto pra lá, porque o que eu pretendo é continuar falando sobre este livro que me transportou a um universo já percorrido e que jamais saíra da minha memória, e que de certa forma faz falta tudo que ele transcreveu.
Este tanto nos contou que dissera que de fato vândalos não povoavam nossas ruas, nem a droga corria solta formando um grande índice destes casos com morte e assaltos, os viciados, maconheiros nem sequer incomodavam a paz.
Pois se Deus permitir esta cidade terá novamente sossego, e que este continue a escrever suas Trajetórias de Vidas. Por causa disto percebemos que muitas estrelas pretendem aparecer mesmo que trejeitados de palhaços.

Alexandre Oliveira – Crônicas – 05 / 04 / 2011


QUEM É ELA?

 Recentemente aconteceu um caso que até o momento eu tento entender o porquê e não encontro respostas. Você tem idéia de ter uma colega na sala de aula, ou em qualquer outro lugar que aparentemente, digo aparentemente, ela seja pirada? Pois é não tenho idéia nem formação médica para comprovar se ela seja de fato o que apresenta. Ela pelo que parece é daquelas que arruma atrito com pessoas ao só olharem para ela. E a meu ver ela sofre de anorexia nervosa, distúrbio este que não causa danos só na mulher. É uma complexa doença, envolvendo componentes psicológicos e sociais, uma pessoa portadora desta é chamada de anoréxica. Pois bem, esta doença ataca mulheres novas, adolescentes, e também alguns rapazes.
Mas voltando ao que aconteceu comigo, uma dessas meninas portadoras desta cismou de vir pra cima de mim e tirar onda com a minha cara. Esta eu não entendi realmente porque ela agiu assim comigo, já que íamos fazer um trabalho acadêmico, juntos, ela mais uma menina, e eu. Quando sobre o assunto, perguntei-lhe o que ela poderia dizer sobre tal trabalho em fazermos algo mais para incrementar o mesmo, quando de repente ela se voltou pra mim, depois de ter ido ao banheiro, sabe-se lá o que ela fora fazer no mesmo, e quando voltou soltou os cachorros, sem ao menos eu saber o porquê.
Esta fez um escândalo tão grande que mais parecia um vulcão em erupção, ou mesmo um tsunami num copo d’água dado o tamanho do auê que a mesma cometeu chamando a atenção de todos. E tanto que até o momento eu me questiono, e tento saber quem é ela.
Quem é Ela que se acha tão importante, e não pode parar, chamando a atenção de todos e não suportando o que para ela viéssemos falar. Será que vem ser alguma patricinha querendo que sejamos seus vassalos? Não consigo acreditar aonde eu vim parar. Ela anda por todos os cantos, em todos os cantos ela pode se encontrar. Certa vez depois de caso passado fui ao Cacique de Ramos e lá eu pude com esta ter o desprazer de me deparar.
 Alexandre Oliveira – 04 / 04 / 2011


ACORDA CIDADÃO, ACORDA MINHA TERRA!...

Isto que relato acontece aqui e em todo lugar pelo que me parece. E vem ser uma experiência traumatizante quando vemos pessoas que por algum motivo tem intenções de prejudicar alguém que por acaso este cometera alguma falha, é tanto urubu sobrevoando sobre a casa deste, e em cima da carniça que nem sequer compreendemos aonde este quer chegar. Recebi faz pouco tempo em minhas mãos um panfleto que dizia a seguinte frase: ACORDA CIDADÃO, ACORDA MINHA TERRA!...
Agora, eu questiono o que esse tanto fez que outro seguramente de forma alguma não fizesse? Porque saí um entra outro e dá o mesmo vexame, faz o que este fez. Todo mundo segundo estas ONGs pro cidadão cometem o mesmo erro porque tem aqueles que dantes não tivera algum sucesso quando almejava estar em tal cadeira.
Vejo que muitos destes movimentos querem, sendo mais claro, fazer o mesmo ou pior. Este pelo menos foi bem claro, se afanou , afanou em nome de dar o melhor aos seus. Se, caso a prefeitura desta tem um percentual xis preenchido pela sua família, à mesma teria se fosse; José ou mesmo João, Manoel ou Sebastião. Todos que almejam se encontrar numa direção destas quer por bem fazer o seu lado.
O cidadão tem que acordar sim, acordar para trabalhar, e não reclamar que tem que trabalhar um expediente integral. Este cidadão tem que fazer jus ao que ganha, se ganha por meio expediente, ganha pelo que faz, porém, se trabalha o tempo integral, tem que ganhar pelo tempo integral, cumprindo este. Não importa o quanto o cara tirou dos cofres este de algum modo tirou por que fora o único jeito. Se por nepotismo, talvez. Mas aquele que jamais puxou a sardinha pra si que atire primeiro a pedra.. Virgem Maria quantos devem ter... são milhares que quando de fora e quer entrar fazem aquele boi de fogo.
Eu acho graça quando estas associações com pretensões políticas; se diz ser do lado do povo. Estas mesmas que dizem ser a partidária, enquanto só por ser uma associação já faz a sua política. Enfim chega o momento do julgamento, já que não temos justiça vamos fazer valer. Como fazer valer, isto a meu ver já é politicagem.

Alexandre Oliveira – 30 / 03 / 2011


CARAS PINTADAS
 O ano era de 1992 , quando acontecia o Impeachment do presidente Fernando Afonso Collor de Melo, eu em transito pela cidade de São Paulo vendo toda aquela agitação tive medo de ver um pouco de tudo através daquela janela do ônibus, onde estudantes de vários colégios e universitários com caras pintadas, além de profissionais que confrontavam a policia que tentava apaziguar os ânimos daquela gente transtornada.
Tudo era realmente assustador dado a revolta de todos. Fernando Collor que esteve no mais alto poder que tem um homem em seu país desperdiçara tudo por causa de sua ganância. Ele a meu ver sendo narcisista, talvez não se preocupasse com nada e trabalhava muito sua aparência física.
Mesmo tendo uma bagagem cultural bastante elevada e aplicada. Ele conhecedor de leis deste país, pois ele ainda é jornalista e escritor. Menino que saíra do interior do nordeste, precisamente do Estado de Alagoas, e por causa de suas ambições maculou a imagem do brasileiro que tanto sofrera por causa de uma alta inflação.
O nosso país naqueles dias estava com um índice muito elevado, não recordo o quanto, porém posso dizer que simplesmente era porque não um momento desagradável, onde muitos trabalhadores viviam ameaçados de perderem seus empregos, estudantes brigavam por quererem seus direitos e amparo nas universidades e escolas de todo país.
Seu governo marcado pela implementação do Plano Collor e a abertura do mercado nacional pelas importações que teve início quando de um programa nacional de desestatização. Nisto encontrávamos um país desconcentrado e aterrorizado, todos amedrontados, mesmo sem fugir do intuito que dias melhores iríamos alcançar. Estando mediante tanto sufoco desde então. Até que fora substituído pelo seu vice-presidente Itamar Franco. Fernando Afonso Collor de Melo, era visto por todos brasileiros como um homem jovem, e promissor, um homem que daria destaque ao nosso país aonde este chegasse.
 Todavia, quem ver cara não vê coração e por isso e por outros momentos só espero que meus anseios não se concretizem nos dias de hoje, quando temos nos representando à senhora Dilma Rousseff, onde pela primeira vez vemos uma mulher que já sofrera tanto, que fora perseguida e por muitos fora torturada. Hoje graças a Deus de cabeça erguida ela dá a volta por cima e governa este nosso querido Brasil.

Alexandre Oliveira – Crônica – 29 / 03 / 2011

A PESSOA IDEAL

Falou grande, mas falou bonito. Existe sim a pessoa ideal, aquela que de repente nos aceita como somos. Eu pelo menos sou uma pessoa bastante difícil de ser entendido. Porém, reparando para alguns ao meu lado posso perceber que nem tudo que a gente come, a gente gosta, nem tudo que reluz é ouro, nem mesmo prata e nem de tudo que pensamos em oferecer aquele, aquela que nos faz companhia, ele, ela gosta.
 Casamento hoje em dia se pode comparar com um destes jogos de azar ou sorte. Conviver com uma pessoa há muito tempo faz não tanta diferença, nem tem um peso considerável, quando tudo que fazemos é para agradar, ser agradável a esta companhia. Porém, de repente passamos a não mais corresponder aos seus anseios, e vem certamente com isto a separação, separação esta que nos causa dano de um modo ou de outro, para ambas as partes.
Aqueles que ontem viviam juntos inseparavelmente, já não vivem mais de tal forma que se beijávamos passávamos uma idéia que estaríamos decerto colados um ao outro que tínhamos pretensões de sermos um dos concorrentes daqueles campeonatos dos dias dos namorados que enfrentavam de tudo para serem os ganhadores, mesmo sabendo que beijar é bom, mas dizem por aí que causa sérios problemas.
Tão sérios que daqui a pouco inventaram alguma coisa para colocar na língua, algum preservativo, tipo uma camisinha quando formos beijar alguém na boca. Eitá!... Dá até saudade ao recordarmos que passamos tanto tempo nos beijando vivenciando estas situações, até pouco tempo atrás. Parece-me que o mundo esta despertando de um tempo que este adormeceu, mas que o tempo juntamente com o vento soprara tanto que chegaram onde hoje estão.
Vemos e assim claramente ouvimos um companheiro simplesmente dizer que esta esperando seu namorado e que o mesmo não demorará a chegar sem nenhum constrangimento. A vida a dois realmente é muito difícil, mas a meu ver sempre tem um destes casais que se dão muito bem formando as duas partes de uma laranja coisa que certamente não era tão transparente e amorosamente vivendo estes muito bem.

 Alexandre Oliveira – Crônicas: 28 / 03 / 2011


QUEM É ELA?

Recentemente aconteceu um caso que até o momento eu tento entender o porquê e não encontro respostas. Você tem idéia de ter uma colega na sala de aula , ou em qualquer outro lugar que aparentemente, digo aparentemente, ela seja pirada? Pois é não tenho idéia nem formação médica para comprovar se ela seja de fato o que apresenta. Ela pelo que parece é daquelas que arruma atrito com pessoas ao só olharem para ela.
E a meu ver ela sofre de anorexia nervosa, distúrbio este que não causa danos só na mulher. É uma complexa doença, envolvendo componentes psicológicos e sociais, uma pessoa portadora desta é chamada de anoréxica. Pois bem, esta doença ataca mulheres novas, adolescentes, e também alguns rapazes.
 Mas voltando ao que aconteceu comigo, uma dessas meninas portadoras desta, cismou de vir pra cima de mim e tirar onda com a minha cara. Esta eu não entendi realmente porque ela agiu assim comigo, já que íamos fazer um trabalho acadêmico, juntos, ela mais uma menina, e eu. Quando sobre o assunto, perguntei-lhe o que ela poderia dizer sobre tal trabalho em fazermos algo mais para incrementar o mesmo, quando de repente ela se voltou pra mim, depois de ter ido ao banheiro, sabe-se lá o que ela fora fazer no mesmo, e quando voltou soltou os cachorros, sem ao menos eu saber o por que.
 Esta fez um escândalo tão grande que mais parecia um vulcão em erupção, ou mesmo um tsunami num copo d’água dado o tamanho do auê que a mesma cometeu chamando a atenção de todos. E tanto que até o momento eu me questiono, e tento saber quem é ela.
 Quem é Ela que se acha tão importante, e não pode parar, chamando a atenção de todos e não suportando o que para ela viéssemos falar. Será que vem ser alguma patricinha querendo que sejamos seus vassalos? Não consigo acreditar aonde eu vim parar. Ela anda por todos os cantos, em todos os cantos ela pode se encontrar. Certa vez depois de caso passado fui ao Cacique de Ramos e lá eu pude com esta ter o desprazer de me deparar.

Alexandre Oliveira – 28 / 03 / 2011
 



PEQUENOS DELITOS

Em uma das crônicas de Walcir Carrasco, ele comenta sobre pequenos delitos, crime que se comete sem cometer tanta falta, eu acho. Mas associando o nome dele a este fato vi que às vezes não podemos ser bom demais, temos que ser realmente carrasco, ser cruel e desumano pelo simples fato de se formos bons passamos para pessoas inescrupulosas a imagem de bobo e de otário, por apenas não querermos ser vitima do disse me disse.
Tampouco de encrencas que nos levem a situações mais serias. Mas, vejo também que é impossível ser bonzinho como muitos assim imaginam e tiram proveito disto e daquilo. Foi o que aconteceu comigo de certa forma.
 Certa vez indo visitar uma das tantas conhecidas, eu percebi que em todo lugar tem gente com vícios pecaminosos. E sendo assim, uma namorada que me acompanhava fora lesada sem ao menos perceber, até que ela para mim reclamou dizendo que um dos objetos dela tinha desaparecido e ela não percebera como, pois naquele momento por um motivo ou outro ficamos imaginando por onde estivemos, com quem estivemos, mil e umas coisas vieram à nossa cabeça, pensamos coisas que dizíamos ser impossível de acontecer.
 Imaginávamos que era tão difícil de acontecer que mesmo sem querer por um acaso viemos descobrir que tínhamos sido vitima de um pequeno delito, delito este que aconteceu na casa de uma conhecida. Imaginem o bafafá que deu. Esta namorada que fora despojada, subtraída, na casa desta conhecida virou uma arara e quis descobrir porque esta fizera tal coisa. Não deixou por barato e quis esmiuçar tudo que decerto lhe convinha.
 Gente, eu fiquei pasmo, procurando chão onde não tinha, só para apaziguar aquela onda, não levar nada adiante, tanto que nem sequer tive êxito algum, apenas minha namorada, disse que jamais pisaria em casa de alguma outra amiga. Essa é daquelas que se caso vier morder não assopra nem que dê a gota serena da moléstia dos cachorros.
O bicho fede na onda dela. A mesma não deixa passar delitos desse jeito, é muito amiga de quem realmente é amigo, mas escreveu não leu o bicho pega, e pega feio. Não vá nessa de tirar onda com a cara dela que você se lasca direitinho por causa de coisas aparentemente inofensivas. Fique na sua não dê panos pra chita, porque chita que se preza não mete a mão em cumbuca.

 Alexandre Oliveira – Crônica publicada em 23/03/2011

  PROMESSA DE AMOR

Ontem ao assistir e participar de uma das tantas palestras que houve sobre o dia da poesia, eu vi e fiquei pasmo ao ouvir como um poeta ama e sofre por ter seu coração em frangalho, despedaçado por ainda alimentar um amor que por muito tempo supre por alguém que tanto amara e fizera inúmeras promessas de amor.
 Este poeta enquanto nos contava seu causo, nos mínimos detalhes e numa prosa descontraída fez nos vivenciar o que poderemos dizer sobre quem ama e não se sente amado. Ele nos contou em detalhes sobre o sofrer de um homem que vive apaixonado tanto que se tivéssemos na pele dele talvez até chorássemos tanto que fora impressionante ouvir todo detalhe expressado em suas palavras o que decerto ele  passara.
 Pois, quando ainda adolescente, entre seus dezessete anos conhecera uma linda jovem e por ela se enamorou logo a primeira vista. Naquele tempo não tinha essa de ficar, nem tampouco de namorado ficar muito a vontade na casa dos pais, muito que podíamos fazer era sentar lado a lado e num descuido de um irmão da namorada, tascávamos um beijo um no outro, mas não era nada fotográfico como vemos hoje no programa do Rodrigo Faro. Eram muito simples estes beijos, um beijo de quem realmente gostava de quem estava próximo, vivenciando detalhes de uma vida a dois, imagine como realmente era antes...
 Mas, voltemos ao caso, ele namorou esta pessoa, a Norminha. Assim ele deixou escapar o nome dela. Passaram algum tempo namorando e ele cada vez mais apaixonado, tanto que a meu entender não era somente paixão ele amou demasiadamente. Porém por ela ser de família abastada, sua família como era realmente conhecida de quase por todos daqui da Paraíba, o nome do Coronel Viana era conhecido até por alguns que viviam no Rio Grande do Norte, por Recife e Olinda, este coronel não permitia que este amor continuasse e terminou proibindo sua filha de continuar namorando  nosso amigo por causa do mesmo trabalhar como mensageiro dos correios e telégrafos.
 Pobre rapaz, que tanto imaginou casar com aquela que já morava dentro de seu coração, e que por ironia do destino tivera que partir e amargar os enganos e as desilusões. Enganos e desilusões porque a meu ver se ela sentisse o mesmo que hoje ele ainda sente teria enfrentado todas as impossibilidades.
 Tanto que chegou para a mesma depois de ter passado alguns perrengues, e lhe dissera que para não vê-la sofrer, “santa ingenuidade”, não iria contra a família dela e, portanto teria que sair do local onde morava e partiria para o norte do país, precisamente para um lugar em Rondônia onde lá poderia continuar seus estudos, e se formar em jornalismo, profissão que tanto idealizara ser, e assim fez.
 Detalhe; formou-se e hoje enquanto se encontra lá por estas bandas do norte, precisamente de Arquimedes todo ano na data em aniversariam, este envia flores para o ser amado, simbolizando o amor que pela mesma mantém isto já há mais de cinqüenta e poucos anos. Ela se encontra viúva e com um casal de filhos.
 E assim concluindo, posso entender que o amor enfrenta muitas barreiras, mas quando o mesmo é eterno para sempre ele dura. Dura tanto, que tanto chego a imaginar levar o amor que sinto além deste lugar. Esta promessa de amor que o amigo fizera ele hoje proclama com todo brio que um homem poderá vir ter.
 Alexandre Oliveira – 22 / 03 / 2011
  

PALHAÇOS, A EXEMPLO DE TIRIRICA

               Mais uma vez estamos de portas abertas para recebermos o Rei Momo com toda sua comitiva. Muito dentre tantos ele ira festejar com bastante entusiasmo e alegria. Penso até que irei me fantasiar para ver o mesmo passar e dizer que eu coloque meu bloco na rua sabendo que ficará muita coisa registrada nestes dias de folia.
               Porém, meus amigos não se preocupem algo mais forte poderá de repente aflorar e sobre isto algum sentimento alguém vir expressar. Expressar o que realmente sentimos. Carnaval como todos sabem realmente é uma festa profana, e sendo profana tem certamente muito com que nos preocupemos. As estatísticas de violência seguida de morte têm um índice muito alto, tão alto que chegamos a duvidar das brincadeiras de Momo e de carnaval.
              Logo após a quarta - feira de cinzas virá à semana santa, onde todos têm por bem comemorar. Acho até que não seja a palavra realmente adequada para ser usado neste momento onde fora algum tempo atrás registrado o calvário e morte de Cristo, este ser que veio para nosso meio, apenas com a missão de propagar o amor e a paz dentre os homens de boa vontade.
                Homens que barbaramente já cometiam os mesmos crimes que se cometem hoje. Vejam exemplos dados na história sobre Herodes e seus bacanais, Pilatos lavando suas mãos e dando como opção o direito de libertar Jesus ou Barrabás, este último remador de botes, que foi contemporâneo de Jesus Cristo E era integrante de um partido judeu que lutava contra a dominação romana, denominado zelote.  Dentre outros que se vêem serem explicitas. Judas traindo por pouco mais que trinta dinheiros, Pedro negando sua lealdade que tanto afirmara ter a Jesus.
              Exemplos estes que vemos de uma forma ou de outra acontecerem dentre nós. Amigos que nos acusam de sermos incoerentes por não compartilharmos de certas coisas que vemos ser errados. E sendo assim, o Carnaval todos os dias é festejado de janeiro a janeiro, nas câmaras de Senadores e Deputados.
              Virdes os parlamentares que hoje, encontram-se, bem perto de nós antes de chegar o carnaval. Palhaços, a exemplo de Tiririca que pintam a cara, outros nem se dão ao trabalho de fazerem isto, mas que são verdadeiros truões. Palhaços que vivem a custos de cidadãos que cumprem seus afazeres, como, por exemplo, o Tiririca que mesmo sendo semi-analfabeto luta pelo que é de direito.
Alexandre Oliveira –  Crônica publicada em 24 / 02 / 2011

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Aguinaldo Silva.

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RENASCER EM NOTÍCIA

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AGUINALDO SILVA - Radialista Profissional - 2.913 DRT-PB, 46 anos, servidor publico, natural de Mulungú-PB, radicado em Cabedelo-PB desde 1988, divorciado, pai de um casal de filho, produtor e ativista cultural, socialista por convicção, militante social, cultural e político em Cabedelo,  blogueiro, escreve no site www.cabedelonarede.com.br e no blog www.renasceremnoticia.blogspot.com
Ama os seres humanos e detesta a desigualdade social. "Se voce é capáz de se indignar com o sofrimento de seu semelhante, somos amigos" Frase de Che Guevara que tem como moldura em sua vida.
Atualmente trabalha na Casa da Cidadania de Cabedelo e busca ativar o movimento cultural do Renascer e interligar em rede, o terceiro setor de Cabedelo.
 
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