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Começa nesta quinta-feira pagamento do PIS para nascidos em março e abril


Começa amanhã (22) o pagamento do abono salarial PIS (Programa de Integração Social) do calendário 2017/2018, ano-base 2016, para os trabalhadores nascidos nos meses de março e abril. Segundo a Caixa Econômica Federal, os valores variam de R$ 80 a R$ 954 conforme o tempo de trabalho em 2016. Os titulares de conta individual na Caixa com saldo acima de R$ 1 e movimentação receberam o crédito automaticamente na última terça-feira (20).
Os pagamentos são realizados conforme o mês de nascimento do trabalhador, e tiveram início em julho, com os nascidos naquele mês. Os recursos de todos beneficiários ficam disponíveis até 29 de junho de 2018. Os últimos a sacar serão os nascidos em maio e junho, a partir de 15 de março.
São liberados R$ 15,7 bilhões para 22,1 milhões de beneficiários em todo o calendário. Para os nascidos em março e abril, estão disponíveis R$ 2,664 bilhões para mais de 3,745 milhões de trabalhadores. O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site do banco  ou pelo Atendimento Caixa ao Cidadão: 0800 726 0207.
A Caixa lembra que tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2016 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano-base 2016.
Quem possui o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento da Caixa. Caso não tenha o Cartão do Cidadão e não tenha recebido automaticamente em conta da Caia, o valor pode ser retirado em qualquer agência do banco público, apresentando o documento de identificação. O trabalhador com vínculo a empresa pública possui inscrição Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e recebe o pagamento pelo Banco do Brasil.
Agência Brasil

Triste Aniversário: Casal baleados durante assalto ao Walmart-Bompreço da estrada de Cabedelo sofrem até hoje

Pablo Forlan e Dinara Rodrigues foram baleados em janeiro de 2017 no “Walmart” (Hiper Bompreço) da estrada de Cabedelo. Pablo levou tiro de pistola na perna e Dinara de espingarda calibre 12 que estraçalhou sua patela (rótula).
Walmart-Bompreço (Hiper Bompreço das Estrada de Cabedelo) (Foto: da Internet)
Imagine você e sua esposa irem ao supermercado fazer compras e sofrem um assalto? Imagine você e sua esposa irem ao supermercado e durante o assalto, ambos são baleados? Imagina você e sua esposa, irem ao supermercado, são baleados e o supermercado não oferece nenhuma ajuda durante todo tratamento, te abandonando ao deus-dará?
Esse supermercado existe, chama-se Walmart-Bompreço (Hiper Bompreço), fica BR BR 230 próximo ao Forrock na estrada de Cabedelo e os personagens são Pablo Forlan e sua esposa Dinara Rodrigues. Pablo levou tiro de pistola e Dinara, de espingarda calibre 12.
Atualmente a insegurança não dá trégua a ninguém. Porém Walmart-Bompreço (Hiper Bompreço) não tem coração e age com desdém com seus clientes, mesmo quando a legislação é clara na defesa do consumidor alvo de violência em estabelecimentos comerciais. Pablo e Dinara abriram processo contra Walmart-Bompreço (Hiper Bompreço) e pediram indenização por danos morais, danos materiais e danos estéticos - o Código de Defesa do Consumidor (CDC) entende que entre os deveres dos fornecedores de serviços está o de garantir segurança, só que até hoje o Walmart-Bompreço (Hiper Bompreço) insiste em ignorar seus clientes, jamais dando auxilio algum durante todo tratamento e sequelas.
Pablo Forlan baleado durante assalto ao Walmart-Bompreço (Hiper Bompreço) da estrada de Cabedelo
O Código de Defesa do Consumidor (CDC)  em  artigo 14 diz claramente que o fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação de serviço. Todos sabem que supermercados como Walmart-Bompreço são obrigados a fornecer condições seguras para que o usuário possa movimentar dinheiro, pois é considerado um ramo de risco, já que o casal Pablo e Dinara foram ao Walmart-Bompreço fazer compras e aproveitaram o dia para pagar algumas contas.
Durante o assalto, o casal baleado são arrastados 
Toda esta história aconteceu no dia 23 de janeiro de 2017, Pablo Forlan e Dinara Rodrigues foram ao supermercado “Walmart” (Hiper Bompreço) localizado na rua Edgar Sales de Miranda Henrique, 400 – Aeroclube, João Pessoa. Por volta das 18:30 horas, o casal se encontrava dentro do estabelecimento, inicialmente para efetuar pagamento de algumas contas e depois iriam fazer compras (feira) no supermercado quando foram baleados na troca de tiros entre bandidos e seguranças que recolhiam malotes de dinheiro dentro daquele estabelecimento. Baleados, não receberam nenhum atendimento de primeiros socorros da Walmart-Bompreço. Foram resgatados pelo Samu para o Hospital da Unimed. Pablo levou tiro de pistola na perna e Dinara de espingarda calibre 12 que estraçalhou sua patela (rótula).
Ficaram hospitalizados até o dia 27 de janeiro de 2017. O Walmart-Bompreço jamais ofereceu qualquer assistência ao casal. Em março de 2017 ambos retornaram para fazer nova cirurgia, e o Walmart-Bompreço também não se manifestou em qualquer apoio ao casal.
Entraram na justiça pedindo indenizações por danos morais, danos materiais e estéticos.
O processo de número 0834006-27.2017.8.15.2001 tá rolando na justiça e  Walmart-Bompreço contestou alegando que foi vítima igualmente ao casal.
No processo o Walmart-Bompreço (Hiper Bompreço), constesta a ação em que as vítimas acusam o Walmart.
Na página oficial do Walmart, reconhece que o Hiper Bompreço faz parte de sua rede de supermercados
Eu pergunto: O Walmart-Bompreço tem coração?
Nas próximas compras, você e ou alguém da sua família, evite fazer feira em um hipermercado que não tem responsabilidade social, que ignora o incidente, que não presta qualquer auxílio e abandona seus clientes!
Eu respondo: o Walmart-Bompreço (Hiper Bompreço das Estrada de Cabedelo) não tem coração!
Informações e Fotos - Click - PB

Ricardo lança Programa Mais Trabalho 2 com investimentos de R$ 200 milhões e contempla Cabedelo com recapeamento de vias, reformas no Teatro e infraestrutura no Porto

O governador Ricardo Coutinho lançou, nesta segunda-feira (19), no Palácio da Redenção, o Programa Mais Trabalho 2, composto por uma série de obras que serão executadas pelo Governo do Estado nas áreas de educação, recursos hídricos, infraestrutura, saúde e outras. Entre as obras citadas estão: a adutora de Piancó, o esgotamento de Juazeirinho, a reforma do Hospital de Itaporanga, 29 escolas, novos acessos em João Pessoa e Campina Grande e a aquisição de helicóptero para a segurança.
O Mais Trabalho 2 representa um investimento de aproximadamente R$ 210 milhões em mais de 90 obras que vão proporcionar melhorias na qualidade de vida da população paraibana. Na oportunidade, o governador também fez um balanço das ações do Mais Trabalho 1, lançado no ano passado. Participaram da solenidade a vice-governadora Lígia Feliciano, o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Gervásio Maia, deputados estaduais, prefeitos, vereadores e auxiliares do Governo.
De acordo com o governador Ricardo Coutinho, esta ação representa a continuidade do Mais Trabalho 1 e significa que os recursos estão sendo investidos de forma correta, distribuídos em diversas áreas e regiões. “São diversas obras que contemplam várias cidades. Em Campina Grande, por exemplo, na área de mobilidade urbana, vamos fazer o grande eixo das nações, ou seja, você vai vir de Lagoa Seca e vai poder sair na BR-230 sem passar pelo Centro. Em João Pessoa, faremos um novo acesso Mangabeira por dentro/Valentina, também o acesso Geisel/Colinas e outros”, falou.
Durante o pronunciamento, o chefe do Executivo estadual destacou ainda a importância de obras hídricas nas quais serão investidos mais de R$ 71 milhões em ações como as adutoras de Emas, Piancó, Monte Horebe, Carrapateira, Mata Limpa, em Areia, e do Distrito Santa Lúcia e Tainha, em Araçagi. Além disso, também haverá a ampliação das redes de distribuição de água em cerca de 180 cidades paraibanas.
O Mais Trabalho 2 ainda prevê a pavimentação de acessos em Soledade, Juru, Pilar, Sertãozinho, João Pessoa, Itapororoca, Campina Grande, Rio Tinto e outras cidades. Também vai executar recapeamento asfáltico em municípios como São José de Piranhas, Lucena, Cuité, Taperoá e Cabedelo.
Para a área da segurança, o Programa vai proporcionar a reforma do Corpo de Bombeiros de Itabaiana, a instalação de 145 câmeras de monitoramento em Campina Grande e a aquisição de um helicóptero para auxiliar o trabalho das forças de segurança pública. As ações representam mais de R$ 18 milhões de investimento.
No setor da educação, o governador anunciou 29 novas escolas, duas reformas e a construção de um ginásio que vão fortalecer as redes de ensino. Ele garantiu que vai repassar recursos para as prefeituras, dentro de uma parceria que vem dando certo e ressaltou que todos os recursos para as obras e ações do Mais Trabalho 2 já estão garantidos. “Para a educação serão destinados mais de R$ 35 milhões”, frisou.
O presidente da Assembleia Legislativa, Gervásio Maia, destacou que por todas as regiões da Paraíba existem obras do Governo do Estado trazendo melhorias para o povo. “Tenho caminhado muito pela Paraíba e vejo que o povo paraibano está reconhecendo todo o trabalho feito por este Governo. São muitas obras e ações em todas as áreas. E hoje é uma satisfação poder participar do lançamento do Mais Trabalho 2 que vai trazer ainda mais crescimento para a Paraíba”, afirmou.
“Hoje o povo tem orgulho de ser paraibano e ver um Estado que se desenvolve em todas as regiões. A Paraíba dá exemplo ao lançar este programa e Remígio também vai ser beneficiado com uma escola. Fico muito grato por tudo”, comentou o prefeito de Remígio, Melchior Batista, conhecido como Chió.
O prefeito Geraldo Moura, de Soledade, esteve presente no evento e afirmou que esta ação do Governo do Estado é muito importante para promover o desenvolvimento das regiões. “Estamos sendo contemplados com pavimentação e isso vai incrementar o crescimento de Soledade, bem como vai se reverter em mais qualidade de vida para os cidadãos”, comentou.
Balanço Mais Trabalho 1 – Durante a solenidade, também foi apresentado um retrospecto do Programa Mais Trabalho, lançado no ano passado com investimento de R$ 572 milhões em uma série de obras. “Já temos a maior parte das intervenções concluídas ou em fase de conclusão. Fazemos um esforço muito grande para que o Estado passe pelo período de crise bem, gerando empregos e produtos que possam ser usufruídos pela população”, disse Ricardo Coutinho.
Segundo o secretário de Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, João Azevêdo, entre as obras do Mais Trabalho 1 que já foram concluídas estão o Binário de Solânea, a pavimentação do Distrito Mecânico de João Pessoa e a Barragem de São Vicente do Seridó. Já a Estrada Catolé de Boa Vista/Boa Vista está em fase de conclusão, bem como a segunda etapa do Parque Linear Parahyba e a urbanização da orla do Conde.
Em relação à TransParaíba – Sistema Adutor do Curimataú, o secretário João Azevêdo afirmou que a obra “está sendo executada em um ritmo forte de trabalho e que vai resolver a questão do abastecimento de água em 19 cidades do Curimataú, melhorando a vida da população desta região”.
Confira em pdf:

Vereadora Geusa Ribeiro comemora com os artistas e entidades do Movimento Cultural a Conquistam da reforma do Teatro Santa Catarina em Cabedelo

A vereadora Geusa Ribeiro é uma das poucas parlamentar cabedelenses a apoiar o movimento cultural de cabedelo que, após varias mobilizações, conseguiram sensibilizar o governador Ricardo Coutinho a reformar do Teatro Santa Catarina e devolver a praça do fazer cultural, as artes e a cultura de Cabedelo.
Inaugurado 13 de março de 1987, com a abertura solene da Banda de Música da Prefeitura de Cabedelo, sob a regência do saudoso maestro Manoel Felipe de Macena, após mobilização da classe artística local e do saudoso teatrólogo e escritor Altimar de Alencar Pimental, o Teatro Santa Catarina foi entregue ao fazer cultural da cidade.
Na solenidade,  estiveram presentes diversas autoridades estaduais e municipais, além da classe artística de Cabedelo e de João Pessoa, que vieram prestigiar o evento. A inauguração ocorreu na gestão do ex-governador Wilson Leite Braga.
O mesmo funcionou sobre comodato e administrado pela prefeitura local até 2014 quando foi desativado pela atual gestão para reforma.
Fechado desde então, os artistas procuraram o parlamento mirim da cidade e, através do mandato da vereadora Geusa, organizaram caminhada, ato público, fórum cultural e audiência pública pela reabertura do teatro. Uma reunião foi realizada no Cabedelo Clube, em 11/07/2017, com a participação do Secretário de Cultura do Estado da Paraíba, poeta Lau Siqueira; Secretário Executivo da SEDAP, jornalista Sales Dantas; da vereadora  Geusa Ribeiro;  do músico Pedro Osmar representante da Funesc  e representantes das entidades culturais de Cabedelo, como Tadeu Patrício, Jorge Vilela, Aguinaldo Silvas, além de artistas e grupos culturais da cidade, para debater sobre o Teatro Santa Catarina. 
Nesta segunda-feira 19/02, o governador Ricardo Coutinho atendeu a reivindicação da classe artistica cabedelense e assina a Ordem de Serviço para a reforma do teatro. Á solenidade aconteceu no Salão Nobre do Palácio da Redenção, onde se fez presentes representantes da cultura e da parlamentar cabedelense.
“Demos o ponta pé inicial para que junto ao governo do estado pudéssemos conseguir essa sonhada reforma do teatro, porque todos sabem que esse instrumento é muito importante para nossa cidade, para os grupos de cultura do nosso município, que junto com o Movimento Cultural de Cabedelo, os grandes espetáculos culturais poderão retorna a nossa cidade. Tenho que concordar com esse ditado popular: água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”, disse a vereadora.
A vereadora Geusa Ribeiro ainda agradeceu o governador Ricardo Coutinho pela assinatura da ordem de serviço para a reforma do teatro e pelas ações que o governo vem realizando em Cabedelo, a exemplo das reformas das escolas estaduais do município e a obra de asfaltamento da principal do Jacaré". Frisou ela. 
Da redação com Informações e Fotos: Blog do Rembrandt Carvalho.
       
Veja fotos abaixo algumas fotos que marcaram a luta da vereadora Geusa Ribeiro e do movimento cultural de Cabedelo:
A imagem pode conter: 5 pessoas, pessoas sentadas

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GOVERNANDOR RICARDO COUTINHO ANUNCIA RECAPEAMENTO ASFALTICO DA ESTRADA QUE LIGA COSTINHA A LUCENA

O Governador Ricardo Vieira Coutinho anunciou na manhã desta segunda-feira, em solenidade no Palácio da Redenção, em João Pessoa, que fará o recapeamento asfáltico da estrada que liga Costinha ao Centro da cidade de Lucena. 
O anúncio foi feito pelo governador durante o lançamento do Programa Mais Trabalho II, que trata de uma série de obras nas áreas da educação, recursos hídricos, infraestrutura, saúde e outros.
O prefeito Marcelo Monteiro, de Lucena e a vice-prefeita Andréa Costa estiveram na solenidade, acompanhados dos vereadores Chico de Durce (presidente da Câmara Municipal), Jair das Chagas Cláudio das Tintas e Josefa da Silva (Lica).
A cidade de Lucena também será contemplada com a ampliação das redes de distribuição de água, conforme admitiu o governador Ricardo Coutinho.
Até 5a feira, o governador se comprometeu em assinar a ordem de serviço em nova solenidade,  no Palácio da Redenção. Vários deputados estaduais se fizeram presentes na manha desta segunda-feira na solenidade, dentre eles João Bosco Carneiro, um dos defensores junto ao Governo do Estado do recapeamento asfáltico da estrada que liga Costinha/Lucena.

Correio Braziliense entrevista a Professora e secretária Cida Ramos da SEDH - LEIA A SUA TRAJETORIA

ENTREVISTA - CIDA RAMOS

"Sempre tive de arrombar portas"

Secretária de Desenvolvimento Humano da Paraíba, ela tem deficiência física e conta que nada veio fácil em sua vida

Arquivo pessoal
Claudia Belmont/Divulgação
Maria Aparecida Ramos de Meneses, conhecida como Cida Ramos, é símbolo de superação entre pessoas com deficiência. Natural de Sapé (PB), filha de um caminhoneiro e de uma dona de casa, teve paralisia infantil aos 3 anos, motivo pelo qual usa muletas. Enfrentou desafios no seio da própria família, nos ambientes escolar, acadêmico e laboral e, com liderança nata, acabou se tornando referência em todos esses contextos. Aos 53 anos, é realizada tanto na vida pessoal quanto na profissional: casada há 30 anos, mãe de duas advogadas de 24 e de 25 anos, é secretária de Desenvolvimento Humano da Paraíba desde 2011 e professora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Graduada e mestre em serviço social pela mesma universidade, fez doutorado na área na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Começou a se engajar politicamente ainda na adolescência. Em 2016, disputou a eleição para a prefeitura de João Pessoa e ficou em segundo lugar na disputa. No último carnaval, participou do bloco Portadores da Folia e discursou sobre a importância da presença de pessoas com deficiência em todos os espaços.
 
Arquivo Pessoal
Arquivo Pessoal
Meus pais tiveram 13 filhos, dos quais sobraram sete filhas. Quando eu era pequena, teve aquele surto de pólio na minha cidade, por isso há um grande número de pessoas com deficiência lá. Para a minha mãe, a carga de trabalho era pesada: ela me levava para fazer fisioterapia todos os dias. Minha avó teve papel fundamental na minha criação:  me ensinou a não aceitar que ninguém me tornasse menor e me impulsionou a estudar. Na escola e entre minhas irmãs, sempre assumi posição de liderança.

A acessibilidade foi realidade durante sua vida escolar? 
Que dificuldades enfrentou?
O primeiro problema não era a acessibilidade, era o transporte: era preciso que alguém me levasse. A escola tinha escada, era difícil de subir. Mas eu adorava ler e isso modificou minha vida. Estudar, para mim, era algo fantástico. Claro que houve dificuldades: os próprios profissionais não sabiam lidar com a presença de uma criança com deficiência, eu que forçava a inclusão. Quando a professora de artes organizou uma apresentação de teatro para o Dia das Mães, sugeriu que, em vez de participar, eu entregasse flores para a minha mãe. Não aceitei e subi ao palco como todo mundo. Eu sempre procurava uma posição para mim. Não sofri com preconceito de colegas porque meu comportamento forçava liderança e respeito. Sempre tive de arrombar portas.

A senhora se mudou para João Pessoa para fazer o ensino médio longe da família. Como foi esse processo?
Quando as filhas terminavam o primeiro grau, meus pais as mandavam para fazer o segundo na capital e, assim, ter mais chances de passar no vestibular. Quando chegou a minha vez, foi um problema. Diziam que eu não deveria ir, que seria muito difícil. Minha tia não queria que eu estudasse no mesmo colégio da filha dela. Os outros tios achavam que meus pais deviam comprar uma máquina de costura para mim e me deixar fazendo trabalhos manuais. Mais uma vez minha avó foi incisiva e determinou que eu viria como todas as outras irmãs. Então, vim. Mais uma vez, a escola não estava preparada para me receber e achei voz no movimento estudantil secundarista.

Por que fez serviço social?
Para lidar com pessoas e políticas públicas. Sempre achei que o acesso a políticas públicas, inclusive a educação, pode mudar as coisas. Quando entrei na UFPB (e andava a pé dois quarteirões e pegava dois ônibus para chegar lá), já fazia parte de lutas sociais, tinha descoberto essa cidadania, compreendido o que é o preconceito e continuei engajada. Eu me tornei presidente do Centro Acadêmico de Serviço Social e, depois, presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE). Durante as eleições, a chapa contrária chegou a fazer charge, me desenhando como uma tartaruga. Mas ganhamos e fomos uma das chapas mais combativas de todos os tempos. Em 1984, a universidade estava em crise e o restaurante universitário fechou. Peguei minha bolsa e viajei para Brasília sozinha procurar o ministro da Educação, que, na época, era o Marco Maciel. Fui sem hotel nem nada reservado. Fiquei lá na frente do ministério até ser recebida e consegui o dinheiro para a universidade reabrir o restaurante. Foi um fato inusitado porque o reitor tinha falado com o ministro três vezes e não tinha conseguido.

A senhora enfrentou barreiras para ser professora?
Pessoas se perguntavam como eu poderia dar aulas “daquele jeito”, usando muletas. Quando fui fazer doutorado no Rio de Janeiro, houve colegas que diziam que eu não conseguiria sair da Paraíba para isso. Foram os mesmos comentários que ouvi quando me casei com uma pessoa que não é deficiente e quando engravidei. Na UFPB, não havia rampas, banheiros adaptados... A reitoria tinha uma escada enorme e, muitas vezes, a reunião era no último andar. Foi preciso muita luta para, finalmente, colocarem um elevador, em 2010, sendo que dou aulas lá desde 1992.

Como a senhora avalia as políticas públicas de inclusão?
A gente avançou muito no sentido de fazer com que a pessoa com deficiência seja protagonista da própria história. Antes a gente via muito a família indo atrás de direitos, alguém sempre falou por nós. Isso tem mudado. Mas falta muita coisa. Até para criar medidas de acessibilidade, é preciso que uma pessoa com deficiência participe: para um cadeirante ou quem anda de muleta, como eu, às vezes, uma rampa muito longa é muito problemática. Então é preciso que arquitetos escutem mais essa população, assim como todos os outros setores da sociedade. A sociedade, o estado, o país que é deficiente porque não é preparado para que todos os seres humanos vivam plenamente. Uma sociedade inclusiva começa no poder público, garantindo direito de se alimentar; de sair de casa; de ir à escola; de ter transporte para chegar lá; e, chegando lá, de ter a atenção especializada necessária para que o aprendizado seja possível. Isso é fundamental porque a escola é uma política pública que possibilita acesso a outras políticas públicas.

A falta de formação e as dificuldades no processo de aprendizagem impedem que mais pessoas com deficiência cheguem ao mercado de trabalho?
O grande problema é falta de vontade de incluir essas pessoas e ter respeito. Muitas empresas dizem que abrem vagas por cotas e não acham pessoas para preencher. De fato, faltam as duas coisas: abertura e formação. Quantos talentos não têm sido desperdiçados?

Por que não é raro que, no caso de um filho ter deficiência, a própria família vire as costas?
A família está dentro de um contexto social de uma sociedade que rejeita. Uma mãe sempre almeja que o filho seja mais do que ela foi. Quando vem com deficiência, a primeira reação é ter um susto, é duro porque sabe que a própria sociedade não tem estrutura para amparar, a sensação é de que será um filho eterno — mas, se a pessoa for estimulada desde cedo, vai longe. A pessoa com deficiência é um ser humano e todo ser humano tem capacidade ilimitada. Você nunca pode dizer a um ser humano qual é o limite dele. O problema da pessoa com deficiência é que o tempo inteiro a sociedade aponta a limitação dela.

Que resultados a senhora tem alcançado como secretária de Desenvolvimento Humano?
 Temos feito muito esforço em prol do registro e do laudo médico de pessoas com deficiência. Também temos atuado fortemente na profissionalização e no acesso a emprego e renda. Na Paraíba, 27,7% da população é deficiente, são 700 mil pessoas.

Governarnador RC assina ordem de serviço do teatro Sta. Catarina em Cabedeo

O governador Ricardo Coutinho lança, nesta segunda-feira (19), o Programa Mais Trabalho 2, mais um pacote de obras que visam a melhoria da qualidade de vida da população. 
A solenidade está prevista para as 10h, no Salão Nobre do Palácio da Redenção. Na oportunidade será contemplado a reforma do Teatro Municipal de Cabedelo. Mais uma luta  dos movimentos socias e culturais de Cabedelo, atendida pelo nosso Governador Ricardo Coutinho.  
Para o presidente do PSB de Cabedelo Jornalista e secretário de estado Sales Dantas “a sensibilidade e o respeito  do Governador aos anseios  da população, o faz acertar e realizar sonhos que até pouco tempo, era impossível para nosso povo’. Disse Sales.
"O teatro será reformado e entregue a população cultural. Administrado agora pela Funesc se destinará ao fazer cultural da cidade e não apenas para reuniões políticas, administrativas e eventos religiosos, como era antes". Alfinetou Aguinaldo Silva. 

UCEMS e as entidades e movimentos sociais de Cabedelo realizam Seminário para aglutinar e fortalecer o 3º setor da cidade

Associações de moradores, de pescadores, sindicatos, movimentos de luta por moradia, de cultura, dos assentamentos e a Liga LGBT, se fizeram representar.  

A União Cabedelense das Entidades e Movimentos Sociais (UCEMS) realizou no último sábado dia 25/11, no Cabedelo Clube, o Seminário “Construindo Cidadania com os Movimentos Sociais de Cabedelo”. Uma carta com as reivindicações do 3º Setor da cidade foi elaborada e será remetida as autoridades nas três esfera de governo. Uma Comissão foi instituída e visitará as obras públicas em execução no município.
 O evento foi um sucesso de crítica e organização, reuniu 66 líderes de todos os seguimentos sociais, representando 29 entidades da sociedade civil cabedelense. Foi um dia de construção, formação e lazer. 4 palestras foram disponibilizadas, 2 plenárias e 2 gincanas ocuparam o dia dos participantes do seminário.
As palestras foram proferidas pela Professora Cida Ramos, Sales Dantas, Jaêmio Carneiro e Tadeu Patrício. Os líderes debateram sobre os pontos positivos e negativos existentes em suas instituições e comunidades. Estas informações foram utilizadas para nortear a CARTA DO 3º SETOR DE CABEDELO e servirão como metas e plano de ação da UCEMS em 2018.
A Coordenadora do Seminário Maria Cícera, lamentou a ausência dos vereadores no seminário. Mesmo convidada oficialmente, a câmara municipal (que representa o poder do povo) fez pouco caso do evento e não mandou representante ao mesmo. Todos os 15 vereadores da casa foram convidados, mas, apenas a vereadora Geusa, compareceu. A vereadora Fabiana justificou sua ausência.
Foram parceiros da UCEMS na organização do seminário: SEDH, Oxbow Brasil, FETASP, FETAG, Casa da Cidadania de Cabedelo, Comac Material de Construção, Supermercado Assis, Sales Dantas, Vereadoras Geusa Ribeiro e Fabiana Régis. Mais três seminários já estão programados para 2018, Um no Renascer, outro no Jacaré e mais um em Camalaú.    
Texto: Aguinaldo Silva
Foto: Assessoria do Seminário     
VEJA A SEGUIR AS FOTOS DO EVENTO


























 


























































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RENASCER EM NOTÍCIA

Minha foto

AGUINALDO SILVA - Radialista Profissional - 2.913 DRT-PB, 46 anos, servidor publico, natural de Mulungú-PB, radicado em Cabedelo-PB desde 1988, divorciado, pai de um casal de filho, produtor e ativista cultural, socialista por convicção, militante social, cultural e político em Cabedelo,  blogueiro, escreve no site www.cabedelonarede.com.br e no blog www.renasceremnoticia.blogspot.com
Ama os seres humanos e detesta a desigualdade social. "Se voce é capáz de se indignar com o sofrimento de seu semelhante, somos amigos" Frase de Che Guevara que tem como moldura em sua vida.
Atualmente trabalha na Casa da Cidadania de Cabedelo e busca ativar o movimento cultural do Renascer e interligar em rede, o terceiro setor de Cabedelo.
 
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